A filha de produtor que foi para o Direito.
Cresceu no campo, vivendo de perto o valor da terra, da safra e do risco que permeia cada decisão de uma família rural.
Quando entrou no Direito, percebeu o desencontro: contratos elaborados por quem nunca pisou em uma fazenda, redigidos em uma língua que o produtor não entende, ignorando o ciclo da safra, a sazonalidade, o clima, a realidade do campo.
Construiu sua atuação na contramão disso. Hoje atende clientes de alto patrimônio do agronegócio e forma advogadas que querem entrar nesse mercado com a única coisa que ele realmente exige: vivência prática traduzida em segurança jurídica.